Conteúdo publicado originalmente no portal: adnews.com.br

O mercado digital não pode mais ser ignorado pelas empresas, já que os hábitos de consumo e de trabalho vêm mudando de forma acelerada, especialmente desde que a pandemia teve início. De acordo com um levantamento feito pela rede internacional de franquias de marketing digital WSI, com base em dados do SMO Survey, eMarketer e análises internacionais sobre tendências mundiais, o mercado digital deve continuar em crescimento, neste e nos próximos anos. Isso porque, de acordo com pesquisa da eMarketer, 64% das empresas realizaram eventos ou reuniões virtuais em 2020 e 56% pretendem incorporar a modalidade ainda em 2021.

No Brasil, o cenário não é diferente. O mesmo estudo aponta que estamos na lista dos dez países com maior média de vendas on-line em 2020. Já o relatório Webshoppers, da Ebit|Nielsen, assinalou um crescimento de 23% no número de brasileiros que passaram a comprar pela internet no ano passado. A pandemia acelerou a expansão do e-commerce e hoje ele é um produto essencial. Grandes empresas alavancaram as vendas de forma assustadora, apesar da crise, porque olham para o digital como o caminho para o crescimento dos negócios.

Ferramentas de otimização e de análise de resultados, atualmente utilizadas por agências especializadas em marketing digital, são grandes aliadas dos negócios. Mas, segundo o executivo, em um mercado tão competitivo, os novos empreendedores devem ter em mente quais são seus objetivos para que possam ir ao encontro daquilo que os consumidores esperam deles. Eles precisam saber onde o público-alvo está navegando, quais são as suas dores e necessidades. O marketing digital não é só propaganda, afinal. É se comunicar, tirar dúvidas, responder perguntas e resolver as dores desse público.

Muitas são as oportunidades no digital, mas quando pesquisam sobre um determinado produto ou serviço na internet, os consumidores procuram principalmente informação de qualidade. Os novos negócios, portanto, precisam estar atentos a essa tendência. É preciso levar ao público-alvo um conteúdo que vai agregar valor, que vai apresentar uma solução. Assim, quando esse consumidor tomar uma decisão, vai lembrar da marca porque conheceu, avaliou e conversou com a empresa antes de realizar sua compra. Para ter retorno no universo digital, é preciso tomar as ações corretas.

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A evolução do mundo digital tem alavancado de sobremaneira novas técnicas e soluções digitais sendo usadas pelas empresas de todos os portes e mercados.

Essa evolução se dá através da transformação digital que vem impactando o mundo digital com novas tecnologias tais como técnicas de robótica, indústria 4.0, big data, business intelligence e analytics, inteligência artificial, e muito mais.   Esse mercado atingirá $2.3 trilhões nos próximos 10 anos.

Seguir essa tendência se tornou algo mandatório para todas as empresas. Aquelas que estão evoluindo nesse mundo digital, aplicando novas  técnicas de gestão de dados, por exemplo, crescem 30% ao ano e devem  faturar $1.8 trilhões em 2021 (Forrester, 2018).

A inovação da tecnologia  digital é tão veloz que as empresas e profissionais não conseguem acompanhar sua evolução. Agora, uma pesquisa recente da McKinsey Global Institute, onde avaliou o que ela chamou de Digital Frontier Gap,  em um grau de 0 a 100, sendo zero pouco avançado tecnologicamente e 100 muito avançado tecnologicamente, onde estão posicionados os diversos segmentos de negócios, identificou que a média mundial ainda está apenas em 24.1. Ou seja, ainda temos um caminho bastante longo a percorrer para que as empresas estejam no topo quando falamos de técnicas e soluções digitais.

E com isso as empresas tem tido cada vez mais dificuldade em manter sua atuação de marketing em dia e equipes de profissionais atualizados e treinados em todos os conhecimentos e técnicas disponíveis nesse novo mundo digital.

As tecnologias de marketing, denominadas também martecs, hoje um jargão que está se tornando bastante conhecido e que significa uma estratégia tecnológica de marketing.  E essa estratégia é um conjunto de ferramentas, baseadas em técnicas novas, que os profissionais de marketing e os executivos de empresas aplicam para melhorar suas ações de marketing. Para saber mais leia o nosso blog: Um guia para elaborar sua estratégia tecnológica de marketing

Hoje conforme pesquisa da chiefmartec.com, no seu estudo Marketing Technology Landscape, em 2022 teremos 9.932 tecnologias digitais disponíveis e funcionando nas empresas como soluções digitais. Isso representa um crescimento de 6.521% em novas tecnologias nos últimos 10 anos, ou 24% apenas de 2020 até 2022 (não foi feito estudo em 2021).

Agora, o que essas tecnologias digitais de marketing fazem para as empresas?

Como já falamos, o mundo digital é muito amplo em termos de soluções e serviços oferecidos.  Ele se parece com um mapa do metro onde cada trajeto representa uma vertical importante de estratégias de marketing digital, como SEO, Links Patrocinados, Marketing de Conteúdo, Midias Sociais, Mobile, e outros trajetos que os cruzam representam atividades de análise de performance, medição, gestão e técnicas inovadoras que sobrepõe cada uma das soluções estratégicas mencionadas.  Essas seriam CRM, IA e analytics, por exemplo.  Agora, as atividades digitais em cada um desses trajetos são múltiplas envolvendo etapas e ações a serem conduzidas para o bom funcionamento dessas soluções e geração de bons resultados.

Agora, tudo isso ainda é muito pouco dentro do universo das atividades/soluções de marketing digital disponíveis para o mercado.

Essa abrangência de atividades de marketing digital se tornou tão grande que as empresas não conseguem se especializar em tudo. Como o mercado digital se verticalizou completamente. As empresas de marketing oferecem soluções para seus clientes, mais focadas em suas especializações. Os fornecedores de serviços de marketing não conseguem mais entregar todas as soluções requeridas sem ajuda de terceiros, ou parceiros ou outras formas de complementar seus serviços para preencher os espaços não preenchidos.

As atividades de marketing cresceram tanto que ninguém pode conhecer todas as soluções digitais disponíveis no mercado e quais são as melhores para o seu negócio. Nem tão pouco conseguem abraçar todo esse conhecimento e se especializar em tudo. Sem falar na velocidade dessa evolução tecnológica, que já mencionamos acima, sobre as novas soluções que surgem a cada ano.

Com essa evolução tecnológica tão abrangente e poderosa as empresas se viram obrigadas a buscar novas formas de trabalhar seu marketing!

Com esse desafio em mente, surgiu um novo modelo de negócios para as atividades de marketing e afins que é denominado Enterprise Gateway Marketplace (EGM). Ele veio para mudar o mercado de comunicação, em geral, ajudando a automatizar a interação entre as empresas que buscam soluções ideias de marketing, tanto online quanto offline, para o seu negócio e os fornecedores com capacitação para fazer as entregas pontuais ou mais amplas requeridas. Como dito em recente publicação na revista Exame, sobre esse tema “Apesar da sigla EGM (Enterprise Gateway Marketplace) ser nova, essa revolução dentro dos marketplaces tem sido apontada por especialistas como uma das principais tendências nas multinacionais e a próxima revolução dentro de modelos de negócio”

Nesse marketplace as empresas podem buscar as soluções digitais que são requeridas por projetos ou atividade ou especialização, recorrente ou não recorrente, e muito mais. Ou seja, a empresa que gerencia o marketplace oferece e disponibiliza para seus clientes os fornecedores, para os serviços requeridos, que atuam no marketplace e serão selecionados por decisão da própria empresa solicitante. Esta por sua vez, pagará uma taxa de serviços pela gestão da plataforma e auxilio na seleção dos fornecedores disponíveis para os serviços solicitados.

Os serviços de marketing disponíveis na plataforma são contratados e negociados diretamente entre cada empresa e os fornecedores envolvidos nos projetos ou serviços contratados. Isso permite às empresas não terem que contratar profissionais permanentes para todas as especialidades de soluções e serviços de marketing que venha querer adotar para o seu negócio. A empresa tem também o apoio de profissionais especializados nesse ramo de negócios, na seleção das melhores opções e na avaliação da atuação dos fornecedores de marketing online e offline que foram aprovados e operam no marketplace, assegurando melhoria contínua nas entregas dos serviços.

Isso é mais um exemplo que comprova que o mundo digital continuará essa evolução tecnológica continua, similar aos últimos 10 anos, onde as empresas caminham um trajeto de ascensão permanente quando falamos das novas soluções digitais disponíveis e que podem contribuir para assegurar melhorias na satisfação dos seus clientes, que cada vez mais exigem serviços de alto gabarito, e, consequentemente, aumentar seus resultados.

*Sobre Caio Cunha 

Presidente da WSI Master Brasil, co-Fundador da WSI Consultoria e membro do Global WSI Internet Consultancy Advisory Board. Com mais de 25 anos de experiência na indústria de tecnologia, atingiu cargos executivos de alto nível, em grandes empresas multinacionais como PWC (com clientes IBM e Unisys), SAP e Hitachi Data Systems, no Brasil e no exterior. Consultor em capacitação empresarial e estratégias de marketing digital, auxilia empresas na busca de soluções efetivas para a expansão de seus negócios.

Conteúdo publicado originalmente no portal: adnews.com.br

De acordo com o relatório Market Research Report, da Fact.MR, a demanda das empresas por transformação digital deve atingir em torno de US$2,3 trilhões até 2032. Em consequência disso, o mercado de dados é valorizado de forma exponencial. Como aponta pesquisa da consultoria Forrester, as empresas Data Driven crescem 30% ao ano, representando um ótimo investimento.

Uma empresa Data Driven é aquela que usa uma base de dados estruturada, com informações concretas para a tomada de decisões. Para alcançar esse objetivo, se apoia em ferramentas de Business Intelligence que utilizam grande quantidade de dados de fontes alternativas, de maneira rápida, segura e eficiente.

O lucro vem da monetização desses dados, calculada com base no quanto a empresa pode ganhar com eles, em comparação com custos e investimentos necessários para estruturar uma operação, desenvolver softwares e operá-los.  Para a eficiência desses processos, recomenda-se que os data scientists dediquem mais tempo para analisar a qualidade dos dados e os efeitos das ações tomadas. Já os business leaders devem ajudar os data scientists a analisarem os dados de forma mais ampla, questionando o contexto de forma abrangente.

Uma das principais ferramentas para essa análise é a Inteligência Artificial, com Machine Learning (ML), Deep Learning (DL) e automação de processos robóticos. Resumidamente, o DL é uma técnica de ML que usa modelos do funcionamento humano, alimentando as aplicações da IA.

As tecnologias de Analytics e Inteligência Artificial podem aumentar mais ainda as receitas das empresas Data Driven, já que identificam potenciais negócios, aprimoram o entendimento e servem melhor os clientes, além de atraí-los com engajamento. Ao mesmo tempo, reduzem os custos de operação, já que automatizam tarefas e melhoram a qualidade dos serviços sem a necessidade de aumento de equipe. Esses pilares, formados pelo trio Analytics, IA e Banco de Dados, formam um tripé de sustentação nas empresas e contribui fortemente para crescimento exponencial no mundo digital em que vivemos hoje.

Muitas ferramentas foram desenvolvidas, aproveitando dessas forças do Data Driven, unido aos outros pilares citados, e podem ser usadas para forecasting, segmentação de clientes, targeted marketing e previsão de churn, por exemplo, entre outras diversas funções operacionais. Uma das ótimas vantagens é o impacto de eficiência nas buscas pagas, por exemplo. Você define os resultados desejados e consegue levar a mensagem certa, para o público certo, no momento certo. Trata-se de um diferencial competitivo: muitos concorrentes já adotam Analytics e IA, enquanto outros que não adotarem sairão do mercado.

Vale lembrar que a segurança dos dados não impede a sua monetização, mas deve receber a devida importância e obedecer à legislação vigente.  Se as informações obtidas são muito sensíveis, use-as para fins estatísticos (insights) apenas e não divulgue os dados em si. Porém, dados únicos, sem alternativos e de uma só fonte são mais valorizados, pois permitem insights novos e diferenciam seus dados dos demais. Hoje é muito comum acumular e trabalhar dados próprios junto com dados de terceiros. Mas cuidado, que dados em excesso também podem não servir muito. Sempre considere valor e risco.

Conteúdo publicado originalmente no portalcndl.org.br

Para gerir uma empresa de sucesso, o mercado exige do líder, cada vez mais, qualidades e habilidades que vão além da cobrança por resultados. Criar um ambiente saudável para todos, saber lidar com as crises que, inevitavelmente, vão acontecer e conseguir unir o time, são apenas algumas das capacidades que um bom líder precisa ter.

“É preciso que os funcionários enxerguem o líder como um companheiro, um colega de equipe, um amigo que se preocupa com todo o time. Um gestor que está ali facilitando o seu trabalho”, explica Caio Cunha, presidente da WSI Brasil, consultoria de marketing digital.

Um bom gestor precisa desenvolver algumas habilidades, como saber ouvir e assimilar o que lhe passado, olhar ao seu redor para entender todo o ambiente e perceber como esses aspectos têm influenciado a sua equipe dentro e fora do trabalho.

Um líder também não pode, claro, deixar de participar de cursos, workshops, palestras e estar atento ao mercado para, junto com o lado humano, conseguir extrair todo o potencial de sua equipe.

Para entender as habilidades que um líder precisa para realizar uma boa gestão, a Revista Varejo S.A. conversou com Caio Cunha. Confira!

O que é ser um líder?

Ser um líder é unir o time em prol de um objetivo comum, de maneira que todos sejam participativos. O líder não deve pensar apenas no resultado. É claro que o objetivo é importante, mas ele precisa olhar como sua equipe está contribuindo para o benefício comum.

Um líder precisa ter habilidades que vão além da cobrança de resultados. Isso porque, cada vez mais, o mercado exige que ele tenha a capacidade de conduzir uma empresa, um setor ou uma equipe de forma que o ambiente de trabalho seja organizado e agradável para os colaboradores. O bem-estar de todos e as boas relações interpessoais motivam os funcionários, gerando, assim, resultados positivos para todos os departamentos. Uma das primeiras características para uma boa gestão de negócios é a valorização da equipe.

Quais as principais habilidades que um líder precisa ter?

São várias habilidades: é preciso saber escutar e ouvir o que está sendo dito pelos demais, não só ouvir soluções apresentadas, mas também ouvir seus colaboradores em momentos difíceis. Toda equipe tem momentos positivos e negativos. O líder precisa saber ouvir para que possa entender até onde sua equipe pode contribuir com o objetivo comum.

Ainda que o gestor faça cursos, participe de workshops e palestras e leia diversos livros sobre gestão de negócios, é preciso adotar algumas práticas que garantam mais produtividade e consequentemente mais resultados. Em termos gerais, essas práticas separam o bom gestor do chefe que só exige de seus funcionários e que não impacta positivamente o dia a dia da empresa.

Um bom líder entende o fluxo do setor, o desempenho da equipe, as vontades, os desejos e os medos dos seus colaboradores para incentivá-los a fazer um trabalho melhor. Ele é visto como um amigo que se preocupa e não apenas como uma pessoa importante. É preciso olhar para a equipe e o objetivo em comum. Além disso, é necessário olhar para os fatores que influenciam ao redor, ter uma boa comunicação equilibrada para que todos queiram ouvi-lo e saber transmitir e não se exaltar e se desesperar.

Quais as qualidades um líder deve desenvolver?

As habilidades e qualidades são bem parecidas: além de se preocupar e conhecer profundamente sua equipe, as pessoas, é importante que um líder saiba ouvir seus colaboradores. Deve ser atencioso e guiá-los para o melhor caminho e que entendam a importância de ouvir, ou seja, devem aprender com o líder a superar as dificuldades.

É importante ainda que o líder tenha informações completas sobre a concorrência e o público-alvo e saiba quem são os clientes em potencial e como eles se comportam. Isso ajuda a entender qual caminho a empresa deve tomar para que o produto ou serviço tenha um diferencial e se destaque no mercado. Portanto, atualização e capacidade de inovação também são qualidades necessárias de um bom líder.

O que um bom líder NÃO deve fazer?

O bom líder não deve procurar culpados, ele deve estimular a experiência de sua equipe, e uma boa equipe também comete erros. Errar é uma das melhores maneiras de aprender.

Não se deve ser aquele “líder” que não enxerga as pessoas e sua equipe, que olha apenas para os resultados. O bom líder precisa ser visto como um amigo, um colega do time, não apenas como um ser superior ou uma pessoa importante dentro da empresa.

É fundamental para um bom líder ter capacidade de trabalhar em equipe. Como já foi colocado, não existe um líder ou gestor sem equipe. Portanto, essa capacidade é fundamental no papel do líder, até mesmo para evitar as consequências negativas.

Qual a melhor maneira para um líder gerir problemas pensando em todo o contexto econômico e social da empresa?

Problemas são suscetíveis de acontecer em qualquer equipe ou empresa, o importante é que o líder saiba como se posicionar, ou seja, o que faz a diferença é a postura e forma com que o líder trabalha com os envolvidos. Uma boa comunicação é fundamental, bem como saber motivar para tirar do problema forças a fim de buscar soluções efetivas.

O líder é antes de tudo um gerenciador de crises, que precisa ter maturidade e expertise para lidar com diferentes tipos de crise, da melhor forma possível, sejam elas técnicas, de relacionamento ou econômicas. O líder tem que olhar não só para a situação da empresa, seus objetivos e dificuldades, mas também o contexto social e econômico e como os funcionários estão inseridos. Tentar trazer, em um momento de dificuldade, um ambiente pacífico e de equilíbrio para todos os empregados.

É preciso saber ouvir, entender uma opinião diferente e saber respeitar. Para ter sucesso, uma equipe profissional deve saber respeitar as diferenças, olhando para elas como uma oportunidade de aprendizado e crescimento.

Como os funcionários enxergam um bom líder?

Como um companheiro, um colega de equipe, um amigo que se preocupa com o time todo. Um gestor que está ali como um facilitador do seu trabalho. Alguém que está ajudando não só a atingir os objetivos da empresa, mas também que eles enxerguem nesse líder uma oportunidade para aprender e crescer com ele.

O líder que vai escutá-los, orientá-los e guiá-los em busca do resultado desejado. É o líder amigo que faz com que os funcionários se sintam valorizados e que estão ganhando e crescendo com esse líder. Um funcionário quando se sente seguro com um líder vai responder sempre de forma muito positiva. Líder que escuta faz com seu funcionário entenda seu próprio valor e vai querer retribuir com seu líder. Com isso, todos ganham: empresa, líder e colaboradores.

Quais as dicas para realizar uma boa liderança?

Primeiro, aprenda a ouvir. Segundo, saiba olhar ao redor. Olhe para tudo, sobretudo para a sua equipe. Três, entenda como os aspectos – econômicos e sociais – podem estar influenciando sua equipe fora do trabalho. Aprenda a escutar isso, pois pode ser um fator que impacta o desempenho de seu time.

Outra forma de realizar uma boa liderança é ser participativo, estar envolvido com eles no trabalho, ser também um membro da equipe, não somente um líder em um pedestal olhando sua equipe de cima. Ou seja, arregace as mangas, seja parte da equipe, pois assim eles irão se sentir igual a você.

A capacidade de trabalhar em equipe é fundamental, como já foi colocado aqui em outras perguntas. É preciso ter muito equilíbrio emocional, visão estratégica, capacidade de motivação e muito conhecimento técnico da área na qual desempenha seu papel de líder.

Artigo publicado originalmente no site: adnews.com.br

Com o isolamento social exigido durante a evolução da pandemia de COVID-19, as transações digitais se tornaram predominantes. A tendência é que se tornem ainda mais abrangentes nos próximos anos, mesmo com maior flexibilidade nas medidas sanitárias. Para o executivo responsável pelas atividades de marketing de uma empresa, conhecido como Chief Marketing Officer ou, simplesmente, CMO, o momento é de grandes oportunidades e desafios.
De acordo com pesquisa feita pelo Gartner a profissionais de procurement em empresas B2B nos Estados Unidos, 59% das compras em 2023 serão feitas online. As compras diretas com vendedores, que hoje representam 28%, devem ser reduzidas a 24% em dois anos. No Brasil, o cenário é semelhante: segundo pesquisa da gestora Canuma Capital, publicada no jornal O Estado de S. Paulo, em 2021 as operações online no país superaram todas as vendas de shopping centers.

Empresas B2B também estão focadas em compras online, não querendo se relacionar com representantes de vendas. Por sua vez, empresas B2C estão comprando cada vez mais através de plataformas de mídias sociais. E para isso dar certo, a empresa precisa estar vivendo totalmente online, em sincronia com offline. As áreas de TI estão trabalhando fortemente para tornar a infraestrutura tecnológica das empresas compatível com a nova filosofia de negócio, em que prevalece a escolha do cliente quando nos referimos a “horário preferido, solução desejada e local de atuação”.

Esse fenômeno leva os líderes de marketing (CMOs) a mudanças importantes. Enquanto muitos migraram para o digital, ficou claro que uma abordagem híbrida e uma visão mais independente das opções de canais online para as ações de marketing é essencial. De acordo com o estudo Gartner Leadership Vision 2022, as responsabilidades que eram apenas do CMO passaram a ser das empresas como um todo, com CEOs mudando o foco de 2021-2022 para expansão digital. Experiência do cliente (CX) e e-commerce passaram a ser vistos como prioridades estratégicas das corporações para os próximos dois anos.

Já as atribuições do CMO também têm sido ampliadas. Segundo a pesquisa 2021 CMO Spend Survey, da Gartner, 80% dos profissionais de marketing entrevistados revelaram que são responsáveis ou tem influência na definição da estratégia de transformação digital das suas empresas. Logo, o CMO tem tudo para se tornar uma peça-chave na liderança das ações digitais que as empresas buscam para expansão dos negócios nesse momento de crise e pós-crise.

Entre as responsabilidades do CMO, estão analisar dados e insights para antecipar necessidades dos clientes, interagir com os canais para obter engajamento, conectar parceiros, agências, lideranças e funcionários para entregar valor aos clientes e à empresa.
CMOs também devem mostrar a relação entre os investimentos de marketing, as atividades executadas e o retorno para o negócio da empresa, o que é muito mais do que simplesmente medir resultados. Em empresas de maior porte, onde muitas das funções, em diversas áreas, se sobrepõem, é necessário que haja concordância entre as metas da empresa e as ações de marketing, e os principais indicadores pelos quais essas ações respondem, como a atuação digital.
Muda, também, a denominação dada a esses profissionais. Ao invés de ser o Chief Marketing Office, o responsável pelo marketing passa ser o Chief Connecting Officer, responsável pela integração das atividades digitais na empresa como um todo. Enquanto outras diretorias podem estar, direta ou indiretamente, respondendo por determinadas atividades de marketing, apenas o CCO responde pela interação entre os temas clientemarca e produtos e serviços que agregam valor para o negócio.
O CMO, ou CCO, que esteja alinhado com a estratégia digital da sua empresa e sua equipe de liderança, precisa se adaptar de forma integrada com o planejamento das ações de marketing digital, elaboração das campanhas e otimização dos resultados. Lembrando sempre que essas atividades precisam contemplar campanhas online e offline, em conjunto. Hoje, o marketing é uma coisa só. Embora a série de mudanças apontadas traga maiores desafios, o profissional preparado encontra um caminho de grandes oportunidades e valorização.

*Caio Cunha é Presidente da WSI Master Brasil, co-Fundador da WSI Consultoria e membro do Global WSI Internet Consultancy Advisory Board. Com mais de 25 anos de experiência na indústria de tecnologia, atingiu cargos executivos de alto nível, em grandes empresas multinacionais como PWC (com clientes IBM e Unisys), SAP e Hitachi Data Systems, no Brasil e no exterior.

 

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) já está em vigor desde 2019. A sua regulamentação está disponível em muitas fontes e as empresas deveriam já estar aderindo a essa lei.

 

Recentemente fomos convidados pela TV Educativa para uma conversa sobre a LGPD pois ainda temos visto muitas situações onde o público não conhece seus direitos e obrigações que as empresas precisam atender ao manusear seus dados confidenciais. Assista ao vídeo no final desse blog.

 

Com a pandemia, os hábitos de consumo e de trabalho vêm mudando de forma acelerada o uso do digital, e por isso o controle dos seus dados é mais importante do que nunca.

 

Com o intuito de relembrar os aspectos mais importantes dessa Lei, relaciono abaixo um sumário do manual sobre a LGPD da WSI Brasil, elaborado em conjunto com um de nossos parceiros de serviços, que disponibilizamos para as nossas unidades de Consultores de Marketing Digital para assessorá-las em seus projetos de consultoria digital.

 

A Lei tem o propósito de regulamentar o tratamento de dados pessoais pelas organizações, uma vez que esses dados ganharam grande notabilidade na economia moderna, pois permitem fazer previsões, analisar hábitos de consumo, opinião, e muito mais.

 

Muitos países desenvolveram leis para a proteção de dados, tendo como objetivo à regulamentação do tratamento de dados pelas empresas, impedindo o mau uso destas informações, bem como a responsabilização das corporações pelo uso, bem como por eventualidades e acidentes com as informações pessoais.

 

Os principais objetivos dessa lei visam:

A lei se aplica:

A lei não se aplica:

O que são os dados pessoais cobertos nessa lei?

 

São informações que possibilita a identificação de uma pessoa ou a torna identificável. Veja abaixo os exemplos de dados pessoais:

Dados Pessoais Sensíveis

Esta subcategoria é nomeada de dados pessoais sensíveis, devido a sua importância e dimensão, exige mais proteção do que um dado pessoal comum.

 

Dado anonimizado

Dado anonimizado são informações relativas ao titular que não consiga ser identificado, motivando a utilização de meios técnicos razoáveis e disponíveis no momento do seu tratamento.

Deste modo, a anonimização de dados é compreendida como a aplicação de meios técnicos razoáveis e disponíveis no instante do tratamento, por meio dos quais um dado perde a capacidade de associação, direta ou indireta, a um indivíduo.

Toda pessoa natural a quem se referem os dados pessoais que são motivo de tratamento é considerada titular dos dados pessoais.

Trata-se de toda operação realizada com dados pessoais, como as que se referem a coleta, produção, recepção, classificação, utilização, acesso, reprodução, transmissão, distribuição, processamento, arquivamento, armazenamento, eliminação, avaliação ou controle da informação, modificação, comunicação, transferência, difusão ou extração.

 

Agentes de Tratamento

Segundo a lei, são o controlador e o operador dos dados pessoais. O controlador é a pessoa jurídica ou natural, de direito privado ou público, a quem pertencem as decisões relacionadas ao tratamento de dados pessoais.

O operador é pessoa jurídica ou natural, de direito privado ou público, que exerce o tratamento de dados pessoais em nome do controlador.

Em caso de ato contrário aos termos da LGPD, tanto o operador quanto o controlador podem responder diretamente, de forma subjetiva, e solidária com a organização para quem atuam sobre o incidente de dados pessoais.

A Lei Geral de Proteção de Dados prevê a criação do cargo de encarregado ou de data protection officer (DPO), no qual poderá ser pessoa jurídica ou física. Suas atividades serão receber reclamações, prestar esclarecimentos aos titulares e às autoridades, orientar a empresa e cumprir as diretrizes do diretor.

A identidade do DPO será disponibilizada aos titulares e autoridades e seu contato terá que ser disponibilizado de forma simples e de fácil acesso.

 

Relatório de impacto à proteção de dados pessoais: documentação do controlador que contém a descrição dos processos de tratamento de dados pessoais (Ciclo dos Dados) que podem gerar riscos (Risk Assessment) às liberdades civis e aos direitos fundamentais, bem como medidas, salvaguardas e mecanismos de mitigação de risco, tais como mapeamentos, treinamentos, auditorias, alterações de contrato e criação de políticas de proteção de dados.

 

Princípios da Lei Geral de Proteção de Dados

A privacidade desde a concepção (Privacy by design)

Este princípio de governança está previsto no art. 46 da LGPD determina que todas as empresas devem introduzir a privacidade de dados a todos os estágios (modelagem, operação e gerenciamento e encerramento) de um determinado negócio, sistema ou projeto.

Outros princípios da Lei Geral de Proteção de Dados são os seguintes:

Qualidade de dados

É dever garantir aos titulares de dados a clareza, relevância, exatidão e atualização dos dados, sempre em conformidade com a necessidade e finalidade do tratamento.

 

Segurança

Sempre utilizar determinações administrativas e técnicas para proteção dos dados pessoais de acessos não autorizados e de eventualidades que levem à quebra da integridade das informações (difusão, perda, alteração, entre outros.)

 

Responsabilidade e prestação de contas (Accountability)

Os agentes de tratamento devem demonstrar responsabilidade a adoção de medidas eficientes e capazes de fundamentar a prática do cumprimento das normas de proteção de dados pessoais, inclusive as de segurança da informação, comprovando a sua efetividade.

 

Necessidade

Apenas os dados pessoais necessários para aquela finalidade descrita devem ser tratados, rejeitando-se os desnecessários ou excessivos.

 

Adequação

O intuito é impedir a desvirtuação das finalidades informadas com o real tratamento dispensado.

 

Prevenção

Os agentes de tratamento devem adotar medidas preventivas contra a ocorrência de incidentes sobre os dados pessoais.

 

 

Não discriminação

É proibido o tratamento de dados para fins discriminatórios abusivos ou ilícitos.

 

Livre acesso

É obrigatório que o titular dos dados tenha livre acesso aos seus dados pessoais tratados de forma gratuita e ágil.

 

 

Finalidade

O tratamento de dados precisa ter um resultado legítimo, específico e único.

 

Transparência

É dever garantir sempre informações acessíveis, claras e precisas aos titulares com relação ao tratamento de suas informações pessoais, até mesmo sobre os agentes de tratamento.

 

Bases legais para o tratamento de dados

Para cada finalidade, o tratamento de dados deve justificar-se em uma das bases legais previstas no art. 7º da LGPD:

 

Consentimento pelo titular

Meio pelo qual o titular de dados pessoais tem para determinar o nível de proteção e garantir a prolongação do fluxo dos seus dados, dando a sua aprovação declarada (art. 8º) para as finalidades descritas nos termos de consentimento.

 

Cumprimento de obrigação regulatória ou legal pelo controlador

Quando o tratamento é indispensável para acatar o interesse público, justificado pela obrigação regulatória ou legal. Não depende de consentimento do titular dos dados.

 

 

Exemplos: coleta de dados para emissão de nota fiscal; tratamento de dados pessoais do trabalhador para à Caixa Econômica Federal em alegação da obrigação do FGTS.

 

Execução de políticas públicas

O tratamento de dados é previsto para execução de políticas públicas tais como epidemia, vacinação, epidemia e apuração de qualidade de ensino.

 

Estudos por órgão de pesquisa

Tratamento de dados para fins de pesquisa, sendo que, sempre que possível, se deve seguir com a anonimização dos dados pessoais. Exemplo: Censo.

 

Consumação de contrato

O tratamento de dados é lícito quando necessário para a consumação de um contrato no qual o titular dos dados é parte ou para trâmites preliminares à sua formação.

 

Exercício regular de direitos em processo arbitral, administrativo ou judicial

O tratamento de dados no percurso do processo é base legal para a elaboração de provas e uso para o requerido processo legal.

 

Proteção da integridade física ou da vida

Os dados podem ser tratados para a proteção da vida ou integridade física pelos agentes de saúde (médicos, enfermeiros, agentes sanitários, entre outros).

 

Assistência da saúde

Os dados tratados em âmbito da saúde devem servir para certificar a qualidade de vida da sociedade e a contenção de riscos ao adoecimento.

 

Interesse legítimo

Concebido nas situações em que se tem uma relação relevante e apropriada entre o titular dos dados e o responsável pelo tratamento, na qual a finalidade do tratamento é tida como razoavelmente esperada pelo titular do tratamento, sem que lhe cause danos, devendo, sempre, ser examinada no caso concreto por meio de um teste de interesse legítimo.

 

Proteção do crédito

Os dados pessoais podem ser tratados para proteção ao crédito de forma a tornar a economia do país mais segura e conceder mais benefícios e incentivos a quem cumpre com suas obrigações.

 

Direitos do titular

Tratamento irregular

É classificado como tratamento irregular quando deixar de observar a legislação ou quando não fornecer segurança essencial.

Responde pelos prejuízos resultantes da quebra de segurança dos dados a empresa junto com o controlador ou o operador, mesmo ao final do tratamento.

 

Governança

As empresas têm que registrar procedimentos entre o controlador e o operador para simplificar a comprovação dos procedimentos à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).

Além disso, as empresas devem viabilizar treinamentos e ações educativas aos seus membros e funcionários visando à atenuação de riscos e a devida informação aos titulares de dados.

 

Incidente de segurança

Quando existir um incidente de segurança que provoque risco ou prejuízo relevante aos titulares, caberá à empresa tomar as seguintes providências:

Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD)

Órgão de natureza federal vinculada à Presidência da República nos primeiros dois anos de sua implementação, com incumbências de natureza normativo-interpretativa, fiscalizatória e integrativa e com competência para:

 

A ANPD será composta por um Conselho Diretor (5 membros) indicados pelo Conselho Nacional de Proteção de Dados e Privacidade, composto por 23 membros (art. 58); por uma Corregedoria e uma Ouvidoria. Possuirá, também, órgão de aconselhamento jurídico próprio, podendo servir como órgão consultivo para as empresas adotarem as melhores práticas de cumprimento à lei e prevê unidades administrativas específicas

 

Sanções

A Autoridade Nacional de Proteção de Dados aplicará as seguintes sanções sobre incidentes de dados:

 

As empresas deverão atuar diretamente junto aos titulares dos dados quando existir um incidente de vazamento de dados, pois o § 7º do art. 52 prevê que a conciliação direta entre controlador e titular para reparação e, caso não exista acordo, o controlador estará sujeito à aplicação das penalidades de que trata este artigo.

 

Aplicação do código de defesa do consumidor

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais está inclusa dentro do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor (art. 45) e por tal razão, os direitos dos titulares dos dados, tratados como consumidores by standard, lhes são garantidos tais como: a inversão do ônus da prova, a presunção de hipossuficiência, o direito à informação e explicação entre outros.

No entanto, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais também poderá ser aplicada em outros contextos jurídicos como nas relações de trabalho.

 

Veja como a sua empresa pode implementar a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais:

 

 

Assista:

Assista ao vídeo da gravação da entrevista do nosso Consultor WSI, Caio Cunha, na TV Educadora: educadoraonline.com.br

 

Se quiser saber mais, entre em contato com um dos nossos consultores de marketing digital através do nosso site www.wsiworld.com.br

Ver post original publicado no Blog da WSI World: https://www.wsiworld.com.br/blog/principais-insights-tendencias-de-marketing-digital-para-2022.

Chegamos no final de 2021, novamente um ano atípico e marcado por uma crise sanitária mundial que se iniciou em 2020, impactando nossas vidas em diversos sentidos. O digital, que já há alguns anos vinha se consolidando e ganhando mais força já no ano passado, com o confinamento das pessoas em casa, acelerou mais ainda a sua expansão no ano corrente e continuará para o próximo ano. 

E, como tenho feito, a cada ano, compartilho meu artigo com luz em dados de mercado e as principais pesquisas do segmento de Marketing para pautar a alocação de verbas no planejamento de Marketing das empresas para o próximo ano. Se você não leu, confira o post do ano anterior no link: Principais insights e tendencias de marketing digital para 2021.

 

SMO Survey, eMarketer e análises da WSI são as principais fontes de dados desse artigo. Agora, é válido ressaltar que a maioria dos dados dizem respeito aos Estados Unidos e América do Norte, mas funciona como um guia para as mudanças que já vemos ou veremos, em pouco tempo, no Brasil, já que é comu0m que os americanos sejam pioneiros nesse segmento. 

Continue a leitura e fique de olho nas principais tendências para o ano que vem!

 

I – Pandemia eleva investimentos em Marketing Digital, em proporção à receita e ao orçamento em geral 

As empresas norte-americanas se veem acelerando a caminhada na sua transformação digital. A pesquisa anual SMO Survey, feita em 2021, mostra que, em um ano, as empresas onde o
digital ainda estava nascendo, diminuiu de mais de 31% das empresas pesquisadas para menos de 9%, enquanto as empresas que são consideradas emergentes frente a transformação digital, com algumas tecnologias de marketing digital mas não integradas, aumentou de 45% para 53%.  Agora, as empresas onde o digital já se tornou uma atividade consolidada ou totalmente institucionalizada entre os departamentos e com o seu público, aumentou em 64%, subindo de 23.3% das empresas pesquisadas para 38.3%.

 

As mais avançadas são empresas B2C, nos ramos de varejo e atacado, enquanto as menos avançadas são B2B em setores como transporte e educação.

 

 

 

Essa mudança se justifica com a expansão da proporção de receita das empresas sendo gerada através da internet. Em 2020, 13% da receita das empresas se deu através da internet. Até o final de 2021 esse número tinha crescido para 19% e hoje se mantem em 17%.

 

Esse crescimento por tamanho e natureza de empresas se deu:

Nas seguintes industrias:

 

Por sua vez, as indústrias de pior atuação foram:

As projeções do The CMO Survey para 2022 foram realizadas em fevereiro desse ano e depois em agosto tiveram uma nova edição. A previsão de orçamento de marketing para os próximos 12 meses, que vinha na casa dos 6%, 8% e 10%, na última década, e teve uma queda acentuada em 2020 e início de 2021, por causa da pandemia, voltou a crescer +5.2%, em média nos 12 meses anteriores, e agora é projetado um crescimento médio de +13.4% em investimentos de marketing para os próximos 12 meses.

 

 

É importante ressaltar que essa mesma informação para o crescimento em investimentos de marketing digital foi de +15.8%, nos últimos 12 meses, e projeta +14.7% de crescimento para os próximos 12 meses. Quase 3 vezes mais do que marketing como um todo (offline + online).

 

 

Esse crescimento em marketing digital se mostrou mais acentuado em empresas B2C, tanto de produtos quanto serviços, mas também em empresas B2B de serviços. Empresas B2B de produtos foram as únicas que tiveram um recuo frente ao ano anterior.

 

 

A pesquisa The CMO Survey de 2021 visando 2022 também indicou que os orçamentos de marketing, em proporção ao orçamento total de uma empresa, tiveram uma pequena queda temporária, em comparação com 2020, mas se mantiveram em linha em 2021 (de 12.6% em junho 2020 para 12. 1%, em agosto 2021). Ao mesmo tempo, esse orçamento, que representava 11.4% das vendas, em 2021, agora estimam representar 8.6% das vendas do próximo ano. Isso comprova as projeções otimistas de crescimentos de vendas para o ano que vem.

 

 

 

 

 

Essa representatividade constante do orçamento de marketing digital é facilmente explicada pela forte presença digital das empresas, pela necessidade de aumento de exposição da marca para se manter na lembrança frente o consumidor e pela importância das vendas online durante esse período de crise pandêmica e pós-crise.

Mas marketing tradicional também não foi desconsiderado. Pelo primeiro ano em uma década, a variação da previsão de investimento em marketing offline comparado com o ano anterior, supera os anteriores.

 

 

 

 

II – A visão do CEO e CMO quanto a importância do digital

Na pesquisa feita The CMO Survey, em 73% das empresas pesquisadas, essa transformação digital, é liderada por profissionais especializados em Marketing.

Um estudo da eMarketer, o Chief Marketing Officer Leadership Vision 2022 determinou que 83% dos CEO´s pretendem aumentar investimentos no digital, confirmando fortemente essa tendência. Mas cabe também mencionar que apenas 46% pensam em aumentar investimento de marketing, o que confirma um redirecionamento dos investimentos em marketing offline para online.

 

 

 

Dessa forma, fica evidente que a maior parte das empresas continuam percebendo que precisam ser assertivas em sua comunicação digital.

Essa ruptura causada pela Covid-19 a partir de 2020 também forçou os CEO´s a redefinirem suas prioridades, passando a focar muito mais atenção no cliente. Passaram a ver a experiência do usuário (CX) e comércio digital (eCommerce e Omnichannel) como prioridades estratégicas para os próximos dois anos.

 

 

 

 


O CEO vai enfrentar também mais dificuldades em reter sua força de trabalho, agora que os profissionais estão habituados a trabalharem com mais flexibilidade e de suas residências. Pesquisa da The CMO Survey mostra que 74% das empresas passarão a contratar profissionais trabalhando de suas residências e 32.8% acreditam que perderão profissionais por esse motivo.

 

 

 

 

 

Por fim, a nova visão da função dos profissionais de marketing precisa consistir de um marketing mais hibrido onde as atividades online e offline se cruzam e se complementam, funcionando simbioticamente. Eliminando as barreiras entre o marketing digital e tradicional.  Liderando na estratégia, interagindo com os diversos canais de marketing e gerenciando o portfolio de soluções.

 

 

 

O CMO passa a ser o Chief Connecting Officer. Suas responsabilidades abrangem:

 

 

 

III – Para onde devem ser direcionados os investimentos em Marketing Digital?

A previsão de investimentos de marketing digital para os próximos 12 meses, projetada em 2021, foi direcionada a:

 

Onde:

Como devemos direcionar nossos esforços de marketing? Pela pesquisa The CMO Survey as principais atividades de marketing, além dos custos diretos de marketing, incluindo pessoal, estão mais concentradas em:

 

 

 

As mídias sociais continuam sendo um foco importante das ações de marketing das empresas. Pesquisa da The CMO Survey revelou que investimentos de marketing em mídias sociais cresceu muito em 2020, com a pandemia, atingindo 23.2% do investimento total de marketing, mas teve uma queda no início de 2021, porém ainda superando os níveis antes de 2020. Em 2021 os investimentos em mídias sociais representam 15.3% do investimento total, mas com previsão de atingir 18.9% no próximo ano e voltando a 23.5% me cinco anos.

A média das empresas que entendem que os investimentos em mídias sociais, como ação de marketing, contribuem para o negócio se manteve relativamente constante em 2020 e 2021, com médias 4.2 e 4.0, respectivamente. Ou seja, as empresas reconhecem a importância de estar presente nas mídias sociais para se comunicar com seu público-alvo, no entanto isso não necessariamente contribui para expansão dos negócios da empresa.

 

 

 

Enquanto analytics é um investimento de marketing importante para profissionais de marketing na gestão do seu negócio, as principais métricas adotadas para medir a sua performance tem sido o impacto nas vendas e engajamento dos clientes.  Métricas tais como brand equity value  e customer lifetime value, tem sido muito pouco usados.

IA também é um ponto de atenção das empresas quando falamos de marketing digital. A pesquisa The CMO Survey revelou que 11.8% das empresas pesquisadas estão usando IA (ou Machine Learning) para otimizarem seus esforços de marketing. E a previsão é que esse índice atinja 37.7% nos próximos 3 anos.

 

 

O investimento em mobile pelas empresas também continua em ascensão.  Teve um salto de 13.5% do investimento total em início de 2020, com a pandemia, mas caindo levemente para 18.5% em 2021. A previsão que volta a crescer em 2022, atingindo 23.1%, em cinco anos chega a 33.6%.

 

 

Próximo aos resultados das mídias sociais mencionado acima, uma pesquisa quanto a contribuição do mobile para o seu negócio revelou uma média de 3 (onde 1. Nenhum impacto, e 7. Muito impacto). Ou seja, nem muito nem pouco.

 

 

 

 

 

Uso de aplicativos também vem tendo uma força no peso dos investimentos de marketing. Na pesquisa do The CMO Survey, 24.6% das empresas pesquisadas usam aplicativos. A concentração é mais em empresas de maior porte (+ 500 funcionários; + $1MM receita) e empresas onde o percentual de vendas online é maior (+10%).

33% dessas empresas que investem em aplicativos dizem que essa ação de marketing gera receita adicional de 10% ou mais para o seu negócio. Entendem também que os investimentos em aplicativos contribuem mais para a retenção de clientes do que para geração de novos clientes.

 

 

 

 

 

Quais os principais investimentos em marketing digital que as empresas estão buscando? Conforme pesquisa da The CMO Survey, 4 dos principais, que reforço como primordiais, são:

 

Conforme pesquisa do eMarketer, em outubro de 2021, investimento em mídia paga nos EUA teve um crescimento acentuado em 2020, de 15.3%, e mais acentuado ainda em 2021, de 38.3%, e continuará crescendo a dois dígitos em 2022 e 2023.

 

 

 

 

Agora, para medir a performance dessas ações todas de marketing, as empresas criaram vária métricas, que vão desde retorno sobre o investimento (ROI), satisfação de clientes (NPS), métricas de engajamento, índices de retenção e clientes, aumento de vendas e brand equity. Engajamento e aumento de vendas são os principais adotados e representam mais de 47%.

 

 

  

 

 

 

Quero encerrar essa sessão mostrando os dados relativos a investimentos feitos pelas empresas nas quatro principais estratégias de crescimento: penetração de mercado, desenvolvimento de novos produtos, desenvolvimento de mercado e diversificação.

Conforme a tabela abaixo, os principais esforços têm sido dedicados a penetração de mercado com produtos existentes e desenvolvimento de novos produtos/serviços.

 

 

Agora apresento as estratégias que as empresas vão usar para expandir seus negócios, segmentadas entre: crescimento orgânico, crescimento com parcerias, crescimento com aquisições e licenciamentos.

Os principais focos serão em crescimento orgânico e crescimento através de parcerias.

 

IV – Atenção dada à experiência do usuário, retenção de clientes e DE&I

A atenção dada à experiência do usuário que em 2020 as empresas alocavam 16.7% do seu orçamento, teve uma redução para 11.9% no início de 2021, mas com uma recuperação ao nível de 14.4% nos seis meses subsequentes.

 

  

 

 

Como se percebe, o objetivo principal das empresas durante a crise foi fortalecer a sua marca (brand value), interagindo com seus clientes, e reter a sua carteira de clientes. Sendo assim, a pesquisa do The CMO Survey mostra que o foco priorizado pelas empresas nos esforços de retenção de clientes em agosto de 2021 foi 55% superior à pesquisa anterior. Enquanto que a atenção dada à busca de novos clientes foi muito similar à pesquisa anterior.

 

 

 

 

 

Esses dados são confirmados também quando olhamos para a estatística quanto a pesquisa de intenção das empresas em mudar sua estratégia de marketing para diversificar mais sua carteira de clientes. De uma pontuação de 1 a 7 (sendo 1, não mudar, e 7 mudar), a média encontrada foi mediana de 3.4.

 

 


Diversity, Equity & Inclusion
(DEI) tem sido um ponto de atenção para as empresas em 2021, olhando para o futuro.  Em média, as empresas passaram a dedicar a partir de 2021 10.6% dos investimentos em marketing com DE&I, com concentração principalmente nas grandes empresas.

 

V – +5 Tendências de Marketing para 2022

Como faz todo ano, em dezembro, a WSI lança a sua previsão das 5 tendências de marketing digital para o ano seguinte e avalia como foi o resultado das suas previsões do ano anterior. Esse blog está sendo postado agora no site wsiworld.com e será traduzido e postado no site wsiworld.com.br em janeiro de 2022. Mas vou dar um resumo para vocês nesse meu blog pois endereça importantes tendências para 2022. Aqui vai: 


#1: A popularidade de vídeos com conteúdo curto vai aumentar

Vídeos continua sendo um tema novo e tem muito que avançar. Em 2021 vídeos curtos, com menos de um minuto de duração, tem sido muito atrativo. Com as plataformas mais novas como TikTok, preferência tem sido dada a vídeos curtos. Assim entendemos que as empresas vão investir mais nesses vídeos em 2022.

 

#2: Conteúdo continua sendo Rei

Continuamos acreditando que conteúdo continuará tendo grande importância em 2022. Muitos pensam, inclusive nós, que chegará o dia em que conteúdo não terá mais tanto valor. Mas parece que esse dia não chega. Até o momento nenhuma grande solução chegou para substitui-lo. Todas as estratégias novas que surgem são formas diferentes de mostrar conteúdo (Tik-tok e vídeos curtos, por exemplo).

 

#3: O conceito de “metaverso” se tornará popular

Você pode achar graça no novo nome “Meta” que o Facebook escolheu para sua empresa, mas isso é um prenúncio do que está por vir. O conceito de metaverso – essencialmente um universo digital – entrou em cena em 2021 e logo entrará no mundo dos negócios. Acreditamos que isso será verdade já em 2022.

 

#4: Estratégias de Marketing podem voltar a oferecer Experiências aos Clientes

Esperamos que o mundo seja um lugar melhor e mais aberto em 2022 e, nesse cenário, o marketing acompanhado de experiências únicas pode voltar. Poder conhecer, tocar e sentir um produto, serviço ou marca antes de comprá-lo é desejado por muitos. E do lado do marketing, é fácil ver por que oferecer aos clientes em potencial uma experiência inesquecível. Isso ajuda qualquer marca na atração do cliente. Então, se a pandemia permitir, o marketing experimental estará de volta com força total em 2022.

 

#5: Conteúdos “ao vivo” nas Mídias Sociais vão se consolidar

Estar “ao vivo” nas redes sociais tornou-se realidade em 2021 e acreditamos que vai ganhar força nas estratégias de marketing digital das empresas em 2022. O Twitter Spaces (salas de bate-papo online no Twitter) se tornou popular em vários nichos de mercado. Devemos ver esses tipos de conversas ad hoc ficarem mais populares nas empresas em 2022.

 

Conclusão:

Acumulei muita informação sobre o mundo do marketing e principalmente o digital através de muitas fontes.  Usando desses dados, tirei minhas conclusões e comentei acima sobre muitos assuntos que considero importantes. Em resumo são esses:

 

Recomendo sua leitura detalhada de todos esses temas acima e considerá-los ao planejar sua estratégia de marketing digital para 2022. Caso tenha interesse em conversar com um profissional especializado em marketing digital entre em contato conosco através desse link. 

E desejo muito sucesso e alegria a todos vocês em 2022!

 

A WSI acaba de publicar seu livro Digital Minds, uma abordagem estratégica para se conectar e interagir com seus clientes online. Este livro orienta as empresas em como atender a nova forma dos clientes olharem para as empresas no digital.

Essa mudança do papel do cliente é importante para as empresas terem sucesso ao construir suas personas, ao analisar os esforços de marketing de seus principais concorrentes e ao desenvolver uma estratégia de marketing digital inovadora.

O livro leva o leitor a uma jornada de conhecimento sobre muitas táticas de marketing digital e como elas são mais eficazes para atrair e envolver os clientes modernos de hoje. O leitor verá também como acompanhar, medir e melhorar sua estratégia digital para obter ganhos incrementais em cada fase do projeto. Ao ler o livro estamos convidando cada leitor para aderir à missão de superar as altas expectativas dos clientes modernos de hoje.

 

Tradução de parte da Introdução do Livro Digital Minds

 

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Todo mês, escrevemos sobre um parceiro-homologado ou um consultor de marketing digital da WSI ao redor do mundo. Este mês, falamos com Marty Greif, autor, especialista em marketing digital, presidente da Site Tuners e especialista em Otimização de Buscas na internet, e localizado em Tampa, Flórida.

Conte um pouco sobre você e onde você está localizado?

Eu moro em Tampa, Flórida. Os profissionais da nossa equipe estão espalhados ao redor do mundo. Alguns profissionais da nossa equipe residem em três estados dos EUA: Flórida, Louisiana e Califórnia. Também temos profissionais da equipe em Portugal, Espanha, México, Japão e Filipinas.

Como se tornou um parceiro-homologado da WSI?

Há alguns anos fui convidado para palestrar em uma Conferência Global da WSI, em Toronto. O tema era Otimização de Buscas ou taxas de Conversão. Dan Monaghan estava na plateia e imediatamente pediu à equipe da WSI para avaliar se o site da WSI correspondia às melhores práticas de posicionamento on-line que eu estava ensinando. A partir daí, fui contratado pela WSI para criar uma certificação de Otimização de buscas/taxas de conversão para os consultores WSI.

Há quanto tempo tem oferecido seus serviços digitais para os Consultores da WSI?

Agora já faz 5 ou 6 anos.

Que tipo de serviços você oferece à rede WSI?

Trabalhamos com os Consultores WSI e seus clientes, visando aumentar as taxas de conversão das visitas aos sites dos clientes. Nossos serviços incluem desde aconselhamentos até a criação de planos de redesenho e testes até a implementação de novos sites com altas taxas de conversão.

Todos nós sabemos que os consultores de marketing digital da WSI têm escolha em relação aos parceiros-homologados com os quais desejam trabalhar. Quais são as principais forças que os consultores procuram em um fornecedor?

Para nós, o importante é se podemos trabalhar juntos de forma eficaz. Existe química? Se houver, então, juntos, podemos realizar qualquer coisa.

Comente sobre alguns dos relacionamentos que você tem com Consultores de Marketing Digital da WSI?

Embora sejamos parceiros-homologados de muitas unidades de consultores WSI, o mais interessante para mim é que fiz muitos amigos nessa rede. Trabalhar com amigos é muito mais gratificante do que apenas ter clientes.

Que conselho você daria para um novo consultor da rede WSI?

  1. Procure entender o valor econômico do que você está propondo ao seu cliente. Não se trata de quanto você pode cobrar do cliente, mas sim qual o valor do que você oferece ao cliente.
  2. Não venda para pequenas empresas. É mais difícil fechar um negócio de $ 500 do que fechar um contrato de $ 5.000 por mês. Escolha seu público-alvo com sabedoria e vá atrás de empresas maiores, onde você possa fornecer um valor verdadeiro.

Qual o maior valor que você viu na rede WSI?

Para mim é o relacionamento que formei com alguns dos consultores de marketing digital da WSI 

Quais são os principais destaques que você teve desde que se juntou à WSI?

Houve alguns.

  1. Podendo ajudar várias unidades WSI a alavancar seus negócios
  2. Ter sido o primeiro parceiro-homologado da WSI, e talvez o único, a receber um Prêmio Top Contributor Award.
  3. Ajudando consultores WSI a buscarem negócios de maior valor.

Qual seria o seu lema pessoal?

Doe antes de receber!

Se formos juntos a um Happy Hour, qual seria seu pedido?

Isso depende de quão alegre eu quero ficar, então geralmente uma cerveja. Mas se eu preciso ficar realmente alegre, então rum e Coca em grandes quantidades.

Se você pudesse estar em qualquer lugar que não seja aqui falando comigo – neste minuto, onde você estaria?

Estaria viajando para outro país para aprofundar em sua história e cultura.

 

Texto Traduzido por Caio Cunha e publicado originalmente em inglês: Suppliers Interview with Marty Greif

 

Franquia WSI - Fale com um consultor

 

Sobre a WSI

A WSI foi fundada em 1995 e desde então oferece franquias de Marketing Digital para empreendedores em todo o mundo. A WSI opera no Brasil há mais de 10 anos, com mais de 20 franquias ativas, empregando mais de 80 profissionais e uma rede de parceiros locais homologados. Reconhecida como uma provedora de soluções de Marketing Digital global, a WSI promove parcerias poderosas, o que fortalece muito a nossa rede. Para obter mais informações sobre oportunidades de franquia WSI, entre em contato conosco!

A franquia de marketing digital WSI tem orgulho de ser reconhecida como uma marca FRAN-TASTIC 500 em 2021!

Sobre a Classificação

Premiado pela FranServe Inc., a maior empresa de consultoria e corretora de franquias do mundo. Este prêmio é importantíssimo! Como sua CEO, Alesia Visconti, disse: “A franquia é uma maneira de muitas pessoas serem empreendedores e donos do seu próprio negócio. Uma marca que faz parte de nossa relação anual “FRAN-TASTIC 500” demonstra que vai muito além do normal em ajudar as pessoas a realizarem seus sonhos de negócios por meio de uma franquia. É uma marca que realmente se diferencia das demais.”

 

A seleção das nomeações vencedoras foi baseada em:

 

Mensagem Clara da Marca.  Nossa missão é “simplificar a internet”, oferecendo “o ABC do sucesso no mundo digital (internet success™“ ) com “excelência no atendimento ao cliente alcançada por meio de experiência global e conhecimento local”.

 

Esse texto foi publicado originalmente por por Daniel Lattanzio em 26 de abril de 2021 em: WSI is a FRAN-TASTIC 500 Digital Marketing Franchise

 

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